sexta-feira, 30 de maio de 2008

Gina & o BA!!!!

Estive ocupadíssimo esses dias, mas estou de volta.
Hoje não falarei da Tropical, nem de Andrezza, nem de Heackel, nem de Cellus, nem da liga do bem nem da liga do mal que está se formando entre as transformistas em geral... rsrs! Isso é assunto pra depois.

Agora eu quero falar de Gina D’mascar e do Beco dos Artistas.
Ela sempre arrasa nas apresentações do seu famoso show às quartas-feiras. Muito humor, contato com o público, alegria e descontração. É realmente um momento no Beco dos Artistas, onde as atenções estão no palco.
Há quem diga que ela está repetitiva, mas mesmo assim é impossível não rir de suas atuações, interpretações de grandes sucessos e suas intervenções junto ao show das amigas e com a platéia.
Quadros como o “Mãozinhas, mãozinhas”, “Intimidades” e tantos outros momentos, são divertidos e nos fez sentir um pouco fora da pura ostentação do mundo GLS e se sentir à vontade em ser gay!
As pessoas criticam tanto o ambiente (Beco) do show, mas até hoje eu não entendo porque, afinal desde que freqüento o BA, só o que tem mudado é o público freqüentador, porque a viela, continua a mesma, inclusive o lixinho da entrada. Acredito que o que realmente mudou foi o lixo, que saiu da porta e entrou, junto com as “bichinhas teenagers”.
Pois é, vamos cair na real e assumir que todas passam por lá mais cedo ou mais tarde e não estou indo longe em termos de anos ou meses, digo que umas chegam às 20h e outras às 23h, no máximo.
Um amigo meu fez uma análise interessante: os héteros freqüentam ambientes iguais todos os finais de semana. Tem os que vão à ED10 todo sábado, ao Forró da AABB as sextas e assim o fazem por semanas e semanas e nada de serem catalogados com rótulos comuns, como acontece com os gays.
Aliás, tudo que é comum aos gays, normalmente foi criado por um gay. “Bichinha de beco”, “offeiros”, “bichinha de Aruba” e etc... São só alguns exemplos. Tudo uma baboseira sem fim!
O maior problema do Beco, da Off, da Tropical e da Aruba, são as bichinhas mal educadas, mal nascidas (não ler financeiramente), sem cultura, sem senso do ridículo, sem modos, ai, sem nada! Salvo, é claro, rebolado e coreografias, afinal não fazem nada da vida, a não ser assistir Beyonce e Shakira o dia inteiro em casa, só pode. Como se não bastasse vê-las o tempo inteiro na boate e no BA.
Vamos estudar pessoal, ser alguém na vida. Eu já alertei que o tempo passa pra todos, vejam o caso de Cellus, Andrezza, Marcos Melo, Heackel [risos], eu disse que não falaria deles, né? Desculpe!
No mais, vamos lutar por ambientes melhores, somos um publico pagante e exigente. Ao invés de criticar por criticar, dêem soluções.
Um exemplo: Frankstein, o dono do Beco, deve ser cobrado por bons serviços, respeito, melhorias no ambiente, junto com todos os outros proprietários de bares no Beco, afinal estamos pagando e merecemos o melhor. Ou não?!
É um dever deles prestar bons serviços e direito nosso, tê-los, já que pagamos por isso, ou seja, investimos!
Pensem nisso e não deixem de prestigiar Gina, Suzzy e Valerie, a liga do bem... Imaginem quem são as do mal (???) rsrs!!! Falando nisso, preparem-se pra noticias sobre os projetos das meninas do BA, para um espetáculo teatral... Promete!

Até mais...

domingo, 25 de maio de 2008

PODEM POSTAR COMENTÁRIOS A VONTADE!!! LIBERADOS ATÉ PRA COMENTÁRIOS ANÔNIMOS... ATÉ MAIS!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Representantes de plástico!

Enfim estou escrevendo um texto mais otimista em relação ao meio GLS e seus ambientes de entretenimento na noite de Salvador. Isso porque no último sábado (10) eu mais uma vez fui acompanhar o desempenho de nossas amadas transformistas, gogoboys e afins.
Qual não foi minha surpresa ao ver uma performance muito legal de Andrezza Lamarck e Nathalya Strayke, além do gogoboy Cristóvão, oops, Bob...
Pois bem, uma noite legal, com um show curto, porém dinâmico, vivo, sem aquele típico marasmo da velha Tropical News. Até mesmo nossa anfitriã estava afiada com a platéia e Marccelus, sorridente e simpático, coisa que normalmente não acontece, sendo ele o defensor dos gays fracos e oprimidos, o super-herói da causa homossexual ou o sopro de fôlego no cenário artístico gay, nada mais do quê uma obrigação.
Sim, sim, mas agora vamos as críticas, afinal acredito que a minha iniciativa esteja surtindo efeito e assim como estou sendo justo – a César o que é de César – assim vou continuar.
Uma coisa me deixou intrigado nesse show, a “eleição” de Cristóvão, oops, Bob, para ser o gogo que representaria a Bahia na Parada Gay de SP. Isso porque eu me perguntei: “Por onde anda JeffBoy?” o “às” de copas da Tropical. Confesso que ele é um gogoboy bem grande, mas dançando é um fracasso. Já o tal de Bob, dança bem, tem um belo corpo e não tem cara de que foi pego nas vielas da Cidade Baixa. Nada contra as vielas da Cidade Baixa, nem quero dizer que Jeff tenha cara de “moleque”... acho que vocês me entendem... [risos]
Ai minha gente, meu povo brasileiro, porque os “representantes” gays são tão medíocres? Quando não são “super-moleques” a base de anabólicos, são drags falidas, ou personalidades de fundo de quintal!
Onde nós estamos entregando o futuro da sociedade gay dessa cidade, desse estado, desse país? Fico pensando que espécie de representantes elegemos, aliás, eu nunca elegi ninguém. E vocês?
Vamos pensar melhor nesse assunto, já está mais do quê na hora de parar de curtir um pouco e pensar no futuro para os gays no Brasil, seus direitos, deveres e principalmente lutar por respeito e segurança.
Reflitam sobre os negros, por exemplo. Apesar de terem sido perseguidos, escravizados, marginalizados e ridicularizados por anos, não escolheram por representantes pessoas idiotas, ignorantes, mendigos, ladrões, assassinos nem todo o extenso grupo de figuras estereotipadas referentes à raça, para lideranças, representantes ou membros de suas associações.
Diferente do que fazem os gays, que parecem querer, propositalmente, escolher todo tipo de estereotipo homossexual para representar-nos diante da sociedade, reforçando chavões, como “promíscuos”, “indecentes”, “bichinhas”, “barraqueiros” proferidos pelos preconceituosos de plantão e mais uma série do que para alguns, só podem ser elogios.
Então é isso, até o próximo texto e aos meus queridos leitores deixem seus comentários aqui, também preciso de um feedback, de vez em quando, obrigado!

sábado, 3 de maio de 2008

Welcome to Bahia!

Em meio a uma rasgação de seda de dar enjôo, Andrezza Lamarck começa mais um show na Tropical. A vítima das frases feitas e repetitivas do transformista, foi o coroa metido a malhado, metido a empresário, metido a jornalista, metido a militante da causa GLS, mas o mais importante titulo, o paulista Celus!
Isso mesmo, ele é paulista e como enfatizou Lamarck “Paulista de São Paulo (?)”. Depois do caso do coordenador do curso de medicina da UFBA eu fiquei pensando: ele deveria andar mais por São Paulo, assim descobriria que a falta de neurônios transcendem as fronteiras de Salvador, vide os maus exemplos que vêm de lá pra cá.
O transformista/ apresentadora do ”trash show” da Tropical, foi só elogios por longos e intermináveis minutos. Por um momento pensei que fizesse tudo parte de uma grande peça. Se assim fosse, ao menos, seria um sopro de novidade em meio aquela pasmaceira de músicas repetidas, velhas, sem-graça, além de garotinhos anêmicos, sem estilo, sem talento que o CAÇADOR, de talentos, Haeckel insiste em chamar de gogoboys.
Andrezza, realmente não se contenta em ser ultrapassada e chata, isso prova o quanto um microfone pode ser uma arma letal na mão de gente inexperiente, egocêntrica e convencida a manter mudo o seu público. Ontem, porém sem o auxilio dessa ferramenta importantíssima, pudemos ver uma “apresentadora” sem expressão, fraca diante do público, abafada em meio à decepção de mais um show apático.
Contudo, houve um momento de glória. A participação de um transformista, que segundo Lamarck, veio da Holanda passar as férias no Brasil, salvou a noite: música legal, uma transformação bem feita, uma dança bonita, graça e sensualidade com samba na ponta do pé. Ah, e um belo biquíni emprestado por Lamarck, aconselho que seja dado, afinal se a apresentadora se propuser a usar aquela peça algum dia, espero estar cego!
Mas como tudo na Tropical News tem que deixar recordações pavorosas em seus shows, outro transformista do século passado encerrou a noite com uma apresentação tão ultrapassada quanto ele. Gente aposentadoria já existe, viu?! E chega pra todo mundo.
Enquanto isso no Portal Marccelus pode-se esperar uma cobertura melosa, fantasiosa, um texto repleto de erros primários, sem vida e, é claro, fotografias mal tiradas, mal editadas, mal focadas... Só pra lembrar: aposentadoria já existe! Já passou da hora! Como eu sempre digo: quer fazer, faça bem feito. Quanto as minhas críticas, são construtivas, espero que ajudem vocês a mudarem esse cenário ridículo que vocês criam e alimentam como animais, no caso peçonhentos.
Microfones, sites, a comunicação como um todo pode ser muito melhor aproveitada na mão de gente comprometida e competente. Não pessoas egocêntricas que buscam esconder nessa “fama” no escurinho da boate e do anonimato da internet a frustração de quem não atingiu seus objetivos, seus anseios ou se escondem debaixo da máscara de falsos artistas.
No mais, Celus, seja bem vindo! Rsrsrs... Até mais...